sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

A Segunda Revelação

Como todos os estudantes que ainda não tomaram todas as lições para realizarem uma determinada tarefa, a Humanidade ainda tinha muito que aprender. Jesus Cristo passou os dez mandamentos a Moisés mediunicamente, porém, Moisés por ser um líder de um povo heterogêneo, precisava de outras leis que pudessem tornar o povo senão homogêneo, o mais próximo possível disso. Foi então que criou algumas leis, tais como: "Se uma mulher for pega em ato de adultério, esta deverá ser apedrejada até a morte". Decisões bem características para Espíritos que ainda precisavam passar por uma longa estrada nos caminhos para a perfeição. Essas leis foram tomadas como leis divinas e até mesmo deturpadas por religiões que faziam de tais leis uma fonte de renda.


Apesar de tudo, Jesus Cristo tinha conseguido o que queria quando enviou Moisés, grande parte Humanidade já era monoteísta. Acreditava-se no Deus vivo, no Deus único. O Alfa e o Ômega, tantas vezes salmordiado pelo Rei Davi. Tão defendido e profetizado por Samuel, Elias, Eliseu, entre outros emissários do Cristo. Estava realmente na hora de se cumprir a grande promessa tão profetizada pelos profetas dos tempos remotos. Era mister que o verbo se fizesse carne para cumprir a profecia de Isaías. O Mestre Jesus, comovendo-se no seu trono e preparando seu Espírito para se encarnar na Terra, fez-se presente no meio do povo de Nazaré. Era necessário que o Filho do Homem vencesse a carne estando na própria carne, por assim dizer. E qual foi o primeiro grande evento que o fez ser noticiado aos quatro ventos? Não desfazer as Leis de Moisés, mas fazer aqueles que queriam apedrejar Maria Madalena por ter sido pega em ato de adultério, penetrarem no fundo dos seus corações em uma profunda introspecção e notarem que existe uma sabedoria muito além e que todos somos pecadores. Jesus lia os seus pensamentos. Foi o suficiente para fazê-lo um grande Líder, o grande homem que anunciaria a Boa Nova através de seu grande ensinamento evangélico que farei questão de transcrevê-lo fielmente:

"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas." Mateus 22:37-40

Quão grande a sabedoria e a pureza que o pobre carpinteiro de Nazaré tem em seu coração. Grandessíssimo e Honrado Mestre dos Mestres. Como pode um homem com algumas palavras colocar para trás toda uma Lei que perdurou quase dois milênios conduzindo toda uma popualação sem mesmo dizer uma palavra contra ela? Esse era o Verbo que as profecias falavam, era o advento do Cordeiro de Deus. A profecia estava cumprida e um novo marco estava implantado na Humanidade. Esse homem dividiu toda a História da Humanidade em duas eras. Esse homem realizou tão grandiosos feitos de cunho moral e espiritual que nenhum homem até hoje jamais realizou. Glórias a Deus nas alturas por ter enviado o seu filho, nosso irmão, para nos ensinar a chegarmos a Ele. Ele, Cristo, é o caminho. Ele é a verdade. Quem for através dele chegará ao Pai e terá vida em abundância. Esse era o ensinamento que conduziria a Humanidade por mais longos anos: "Fora da Caridade não há salvação!"

Mas não parou por aí. O próprio Mestre sabia que o trabalho não se findara ali. O povo precisava amadurecer os seus ensinamentos. Ele precisava enviar novos emissários para fixar no seio da Humanidade o Evangelho que a nortearia por mais um longo tempo. Porém, ele mesmo antes de voltar para o Pai, já alertou seus discípulos, que nos relata no Evangelho, que não ensinada e falara sobre todas as maravilhas do Infinito. A mente dos homens ainda era muito rude para compreender. Para todas as coisas existe um tempo determinado por Deus e, no tempo certo, o nosso Mestre nos enviaria O Consolador através do Espírito de Verdade para nos rasgar o véu que encobre nossa consciência e nossa visão para enxergar maravilhas muitíssimo grandiosas. Leia sobre essa promessa do Cristo clicando aqui.

Amigos. E qual seria essa Terceira e tão esperada revelação que haveria de restabelecer todas as coisas ensinadas pelo Cristo e nos trazer novidades do éter do infinito celestial?

Que Deus possa lhes proporcionar um ano de 2008 cheio de vitórias, luz, paz e harmonia. Que os vossos corações possam estar fundamentados no bem e focados na causa evangélica de trabalhar e amarmos uns aos outros assim como Deus nos amou de forma a nos enviar Cristo para nos conduzir ao Pai. Que tenham saúde, prosperidade e paz de espírito.
Amém.


Abraços Fraternos e Feliz 2008

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

A Primeira Revelação

O mundo estava pronto, os exilados do planeta Capela (ou raça adâmica) já prepararam todo o ambiente com as civilizações antigas. O tempo foi se passando até que a humanidade, ainda escassa naquela época, estava pronta para receber o primeiro Messias. Os homens precisavam de alguém que pudesse os conduzir no caminho do Grande Arquiteto do nosso Planeta e, para isso, Jesus Cristo na sua infinita e magnânima sabedoria nos enviou um de seus falangeiros incansáveis para cumprir mais uma tarefa que seria considerada um marco na evolução da Humanidade e do nosso Planeta.

Esse Espírito benfazejo encarnou-se no Egito e foi abandonado à beira de um rio pelos seus pais sob a ameaça de um Faraó que condenou à morte todos os primogênitos até determinada idade. Este homem foi encontrado pela filha do Faraó, que o adotou como filho e lhe atribuiu o posto de príncipe do Egito. Nisso já podemos ver como são perfeitos os planos do Grande Mestre. Aos 40 anos de idade aproximadamente, por matar um egípcio em um momento de cólera, fugiu do império egípcio para não ser condenado à morte, foi quando se juntou ao povo de Israel que estava escravizado no Egito. Esse homem, em sua mediunidade, freqüentemente intuído pelos seus mentores espirituais, adquiriu uma forma de liderança, que, diga-se de passagem, não lhe era característica, começou a conduzir aquele povo, e logo foi conhecido como o Messias que havia de libertar o povo de Israel das "garras" do Egito levando-os à Terra Prometida. Dito e feito – Os planos de Deus nunca falham.




Moisés subindo o monte Sinai

Falo de Moisés, esse grande homem que recebeu mediunicamente os dez mandamentos no monte Sinai. Escreveu o pentateuco mosaico que consiste nos cinco primeiros livros da Bíblia Sagrada e é a base para o Judaísmo hoje em dia, além de base histórica para algumas doutrinas protestantes. Legislador e conhecedor das coisas espirituais aprendidas nas escolas egípcias, soube conduzir o povo para que não fossem joguetes de ilusões dos Espíritos ainda imperfeitos que viviam na erraticidade. Daí a proibição de evocar os mortos, tão combatida por algumas doutrinas cristãs. Dado a ele um poder sobrenatural, para a época (a própria mediunidade que era muito comum entre os egípcios), tinha uma sabedoria espetacular. Foi grande profeta e divulgador do Deus único, uma heresia para os egípcios que eram politeístas. O Deus Onipotente, Onipresente e Onisciente começou, a partir de então, ser o grande norte para a vida espiritual dos Espíritos aqui encarnados, fazendo assim, seguirem as suas estradas evolutivas e contribuindo para a evolução da humanidade e do planeta Terra como um todo.

Estabelece-se então a Primeira Revelação. O solo já estava sendo trabalhado para receber as primeiras sementes. A tarefa de Jesus Cristo estava cumprida. Cabia esperar a força do tempo conduzir a humanidade, com a força de alguns emissários do espaço infinito que foram enviados para várias partes da esfera terrestre para disseminarem as primeiras sementes no solo já arado por Moisés.

Tudo estava pronto para a Segunda Revelação, que será abordada no próximo artigo!

Muita Paz!



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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

As Três Revelações

Amigos leitores, estou preparando uma verdadeira safra de artigos que dizem respeito às revelações dadas à Humanidade nos últimos aproximados quatro mil anos. Estaremos perscrutando os caracteres de cada uma das revelações apontando seus pontos mais importantes e mostrando, apesar do tempo, quão atuais elas são.

O mundo está aí, cheio de novidades, muitas coisas boas acontecendo, mudanças científicas, filosóficas e religiosas sendo realizadas no coração da humanidade e pouca gente se dando conta dessa maravilha. A idéia é resgatar através dos três artigos que iremos abordar nas próximas semanas, um pouco da reflexão e consciência das pessoas e fazê-las atentar para o único caminho que nos conduzirá até a felicidade suprema, a Sião celestial, ao Paraíso, ao Céu, ou seja lá qual for o nome que queira dar...

Espero vocês nos próximos artigos. Na semana que vem iremos tratar sobre a Primeira Revelação, e nas semanas subseqüentes, as demais revelações.

Abraços Fraternos!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Casamento, um laço espiritual para a eternidade.


Quanto tempo me foi necessário para entender a razão do casamento. Da união matrimônio-espiritual. Junto desse esclarecimento, o entendimento da Lei de Deus dada à Humanidade através de Moisés: "Não cobiçarás a mulher do próximo, nem seu servo, nem a sua serva nem seu patrimônio". Pude entender e admirar a infinita sapiência do Incriado na criação de suas Leis.

Saber que os laços corporais criados aqui na Terra, são muitas vezes uniões que já perduram de tempos muito remotos, que Deus nos concede, através da benção da reencarnação, a possibilidade de estar sempre próximo ao nosso amor. Encontrá-lo aqui na Terra, evoluírem juntos, dar a possibilidade para espíritos evoluírem através do magnífico show da gestação. Que Maravilha! Criar nossos filhos à Luz do Evangelho e das Leis Divinas e nunca mais desatar esses laços, por maior que seja o tempo da separação, haver a possibilidade de encontrarem-se no plano Maior, o plano espiritual. Mais um pedacinho da Família de Jesus se reencontrando pouco a pouco, como o Mestre disse: "São todos minha mãe e meus irmãos" - Que lição falando da Reencarnação de modo tão sutil!

Deus, em sua misericórdia, nos dá a honra de envelhecermos juntos, apesar de todas as adversidades da vida material, aprendendo a cada dia a indulgência, a tolerância, a paciência e a abnegação. Sem falar naquele amor que aquece o coração e alimenta a alma.

Criando Deus o homem e a mulher, os fizeram para que durante toda sua vida pudessem ser companheiros de todos os momentos, para que um sirva de sustento ao outro e se façam felizes. Através disso, podemos dizer com todas as letras que a vida é uma escola. O casamento, por sua vez, é uma das lições mais importantes.


Muita Paz!

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segunda-feira, 26 de novembro de 2007

O objetivo das religiões do mundo

All religions, arts and sciences are branches of the same tree
(Albert Einstein)


Escrevi há algum tempo um artigo sobre as religiões e, infelizmente, fui mal interpretado por grande parte das pessoas que pegaram-se mais à letra do que a idéia lançada. Com esse texto tenho certeza que me farei entender de forma clara, simples e objetiva. Espero que compreendam e, acima de tudo, reflitam.

O que será que as pessoas pensam com relação a religião? Será que se perguntarmos para os religiosos "para que serve a religião?" eles saberiam responder? Aposto que pouquíssimos saberiam... Talvez por ignorarem o sentido da religião, talvez por nunca terem parado para pensar. Acredito eu que se parassem para refletir na religião em si, poderíamos viver em paz. Você pergunta, por que? Vamos à reflexão...

A palavra religião deriva de religere, que significa religar. Religar o homem à Deus. E como se daria essa religação? Através do conhecimento de si próprio, da reforma íntima praticada, independente dos dogmas, expressões exteriores, credo e/ou fé. O objetivo neste caso é fazer o homem um ser melhor. Melhor no sentido ético e moral. Fazer do homem uma forma de representação da divindade na Terra através da prática da caridade de Deus, a caridade anunciada por Jesus Cristo cujo manual é o Evangelho.

Se o objetivo é melhorar o homem, porque existem guerras entre religiões? Porque umas querem ser mais corretas que outras lançando anátemas àqueles cujo intelecto é menos esclarecido espiritualmente? Isso é um sinal de superioridade? Claro que isso é um sinal de inferioridade. É um sinal de que a religião não está servindo de absolutamente nada. Cumprir dogmas não é ser religioso. Ir à igreja para esquentar bancos não é ser religioso. Decorar toda a história da igreja não é ser religioso. Anatematizar o teu próximo não é ser religioso. Ser religioso é amar o próximo como a ti mesmo, é ter paciência para com o teu irmão, é ser indulgente para com as falhas do teu próximo, é ser mais crítico consigo mesmo e menos crítico para com o teu irmão. Eis os mandamentos das religiões.

Agora, porque será que se o coração das religiões são compostos do ensinamento como "Faça ao próximo o que gostaria que ele te fizesse", e mesmo assim ainda temos guerras e batalhas travadas cuja chulo objetivo é dizer que a religião A ou B é detentora de toda a verdade? Eis o grande câncer que acarreta essa batalha infundada, o egoísmo. Mas isso vai ser matéria para outro artigo!

O que nos resta agora é saber se, independente do nosso credo ou dogmas que praticamos, se nos apresentarmos à frente do grande Juiz, e ele perscrutasse o fundo do nosso coração e o mais íntimo dos nossos pensamentos, estaríamos aptos a exclamar em alto e bom som: "Senhor, fui justo e reto durante minha encarnação conforme o Evangelho do teu Filho Jesus. Conceda-me o privilégio de fazer parte da tua falange de trabalhadores para que eu contribua para a evolução dos teus pequeninos, meus irmãos."

Reflitam.

Muita Paz.

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sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O Repouso

"Nada melhor que descansar após um dia de trabalho..."

É muito bom poder descansar depois do trabalho, não é mesmo? Afinal, ninguém é de aço. Até Deus, segundo a Gênese Mosaica, descansou após a criação do planeta! E porque nós não descansaríamos também? Até porque o descanso é a reposição das forças do organismo para que possamos continuar trabalhando.

No último artigo, falamos da benção que é trabalhar, no sentido mais amplo da palavra. Porém, como Deus em toda sua perfeição, também nos recomenda o descanço. Mas quando descançar? Quando as nossas forças estiverem se extinguindo. Isso é necessário para que possamos elevar a nossa inteligência, elevar o nosso espírito além da matéria. Mas como? Quando estamos em repouso, nossa mente trabalha de forma livre, sem o comprometimento de um trabalho. Conseguimos "trabalhar mentalmente" concebendo idéias que talvez não conceberíamos em atividade.

Na velhice, a famosa aposentadoria, também podemos dizer que é uma lei natural. O limite do trabalho do homem se dá até onde vai suas forças, porém, Deus nos deixa livres para que possamos continuar nosso trabalho. Nós vemos bastante gente que, mesmo depois de se aposentarem, continuam trabalhando. Uns por necessidade, outros por prazer, outros ainda por ganância, que é condenável aos olhos de Deus. Para aqueles que trabalham por necessidade, deveriam, segundo nos é ensinado pelos nossos irmãos do plano espiritual, que os que possuem ainda o vigor da idade, da força, provenham os meios para o resto da existência daqueles que não têm mais possibilidade de trabalhar. Assim, quando chegar a nossa vez, Deus possa prover também um anjo que supra a nossa necessidade. Dessa forma podemos colocar em prática o que muitos mantém nos lábios - a caridade.

Cabe a nós, trabalharmos e orarmos, como diz o Evangelho, e continuar a nossa labuta para que possamos repousar no momento correto com a sensação de "missão cumprida".

Muita Paz!


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quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O Trabalho


É dito por aí que o trabalho enobrece o homem. Existem alguns outros poucos que dizem que o trabalho deve ser realizado somente para manter as necessidades básicas do homem para sobreviver. Tenho lá minhas dúvidas. Outros ainda dizem que o trabalho é um castigo. Definitivamente, discordo dessa afirmativa. Mas, o que é o trabalho na verdade?

Antes de tudo devemos definir: Afinal, o que é trabalho? Trabalho é toda a ocupação útil. Seja material ou espiritual. Vamos agora entrar em alguns aspectos relevantes.

O trabalho material que temos conceituado no nosso consciente, é extremamente necessário para a civilização. Na medida em que a civilização evolui, nossos prazeres e necessidades aumentam, gerando cada vez mais trabalho para as diferentes classes para satisfazermo-los. Este trabalho, também nos evolui o intelecto e a capacidade de relacionamento. A cada dia de trabalho aprendemos a, ou lidar melhor com as pessoas, ou executar uma nova tarefa ou até mesmo aperfeiçoar uma tarefa que já vínhamos executando há muito tempo. Muitos enxergam o trabalho somente como uma obrigação, às vezes um castigo. Olha, cá entre nós, se isso for um castigo, é bom pra xuxu! Porque eu aprendo coisas novas, evoluo a minha capacidade intelecto-cultural e ainda recebo por isso! Além de contribuir, embora de forma modesta, para o crescimento da humanidade e para o benefício do meu próximo!

Além do trabalho remunerado, existe aquele que executamos muitas vezes sem o conceito de trabalho definido. O fato de, por exemplo, cuidar do filho do vizinho enquanto ele vai ao mercado fazer compras, já é uma forma de trabalho. Quando criamos uma casinha na árvore para os nossos filhos brincarem, também é trabalho. Quando colhemos frutos do pé de uma árvore, é trabalho. Na natureza, todos os animais trabalham. Todos aprendem em cada caçada, em cada subida de pé de árvore. Ninguém na natureza se alimenta se não trabalhar. Evoluímos em cada aspecto de trabalho citado até agora, consegue enxergar isso?

Agora, gostaria de falar de um trabalho especial. O trabalho espiritual. Aquele trabalho que fazemos para contribuição direta da elevação do nosso espírito. Existem os trabalhos realizados puramente no plano espiritual, seja através dos sonhos ou de desdobramento mediúnico consciente. Quando estamos trabalhando no plano espiritual, diretamente estamos contribuindo para a evolução espiritual de nós mesmos ou de outros. No plano espiritual, segundo nos é dito pelas entidades mais evoluídas que se comprazem de comunicarem-se conosco, o trabalho é exatamente igual o que temos aqui. Cada um com suas ocupações, com suas funções e com as suas ferramentas. Os amigos mais elevados que nós, que nos seguem todo o tempo, ditos anjos guardiões ou espíritos protetores, são trabalhadores incansáveis, por exemplo. Existem sim, trabalhos que talvez não tenhamos condições de entender, contudo, não deixa de ser considerado trabalho.

Existe também aquele trabalho que se dá em sintonia entre o plano material e o espiritual através dos médiuns. Pessoas com "organismos mais sensíveis" são intermediários do plano espiritual. Esse trabalho é puramente de servidão. Servir para ambos os lados. Talvez, para o homem espiritualizado, seja o mais satisfatório trabalho que exista. Podem-se desta forma de trabalho dar mensagens para pessoas que necessitam de algum alerta e/ou instrução, consolar famílias ou até mesmo instruir multidões, como foi feito com alguns médiuns de renome, como por exemplo Chico Xavier, Camile Flamarion, etc.

Digerimos algumas, das várias formas de trabalho que existem. Focamos em uma visão materialista e espiritualista, para não deixar ninguém de fora. Em ambos os casos, quando temos uma perspectiva futurística, enxergamos o quão útil é o nosso trabalho. Sabendo disso, podemos dizer com conhecimento de causa: O trabalho enobrece o homem.

Abraços Fraternos!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Aqui se faz, aqui se Repara

Ciclo de Evolução


Quem já não ouviu falar do velho ditado "aqui se faz, aqui se paga"? Querendo ou não, todos nós temos inconscientemente a idéia de diversas existências corpóreas. Creia você, ou não, a reencarnação já é um fato comprovado por diversos pesquisadores. A reencarnação já é uma crença há muito tempo, desde os hindus, budistas e taoístas. Todos crêem na subjugação do espírito às provas corporais sucessivas objetivando o melhoramento do "eu".

Outro aspecto interessante, que pode nos dar subsídios para crer na reencarnação, é a famosa pergunta que muita gente faz, geralmente crianças: "Para onde vou quando morrer?". Pense bem, uma pessoa que levanta um desses questionamentos certamente crê que algo existe além do corpo físico e que não se identifica com ele, visto que sabe que o "eu" irá para algum lugar que não é este que vivemos. Talvez outra dimensão, como é dito na teoria das membranas (M-Theory).

Se no fundo do nosso [in]consciente temos a idéia da existência da alma, certo é que algum destino deverá tomar no fim da vida corpórea. E qual será? Argumentos não faltam. Religiões, Ciência e mesmo a mídia já são aparatos para comprovar que a alma se mantém em algum lugar (em outra dimensão, talvez) e após disso, dependendo do que lhe falta para depuração, volta para uma nova existência neste planeta que nos oferece tantas oportunidades de aperfeiçoamento.

Fizemos o mal? Devemos repará-lo, pois Justiça é pagar pelos erros cometidos e ser beneficiado pelas virtudes alcançadas. Justiça não é, por alguns erros encarnatórios influenciados pela sociedade pecadora, ser jogado em um lago de fogo ardente para perecer até os dias da eternidade. Isso não é Justiça. Isso é conceito dos Judeus de dois mil anos. Por isso, seremos submetidos à prova tantas vezes quantas forem necessárias, até que estejamos pontos para subirmos mais um grau na escalada evolutiva. Aqui se faz, aqui se repara.

Abraços Fraternos!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Conscientização Universal

Os homens sabem voar como pássaros, nadar como peixes
mas não sabem viver como irmãos
(Índio de Seatle)


É verdade... Faz um tempinho que eu não paro para escrever qualquer coisa por aqui. A verdade é que eu tenho nas últimas semanas colocado em prática a Lei do Trabalho e ralado bastante, graças a Deus por isso. Mas a idéia que eu tinha em mente para compartilhar não fugiu. A idéia era a da Conscientização Universal. Você já parou para pensar como as pessoas estão cada dia mais conscientes? Conscientes no sentido de estarem procurando cada vez mais os efeitos para as causas que a Física, Matemática, Filosofia e/ou Religião não conseguem dar respostas. É famigerada busca interior...

Como uma prova de que vivemos no Final dos Tempos, temos enfrentado grandes mudanças tanto físicas quanto espirituais no planeta. As literaturas, religiões e até mesmo a ciência têm questionado assuntos que há muito já se vinham encucando grande parte das pessoas. Assuntos como: "Existe a alma?", "Nós somos imortais?", "Existe a Reencarnação?". Muitos são os missionários que estão neste planeta não para expiar suas provações, mas para contribuir para o avanço da Humanidade terrestre. Realizar uma revolução moral no veio desta pátria terráquea a fim de podermos nos transformar na Terra Prometida tanto citada nas Escrituras Sagradas.

A Física Quântica, por exemplo, que tem dado respostas e revelações para assuntos tão incríveis que antes só ficavam no âmbito da religião ou da filosofia. Experiências realizadas com pessoas que vivenciaram a Experiência de Quase-Morte (EQM) para provarem que a consciência existe além do corpo físico. Provas e mais provas de fatos sobre a reencarnação em todos os cantos do mundo, rasgando desde o Oriente até o Ocidente. Estamos contemplando o tão esperado momento em que a Ciência abaixa a cabeça e diz: "Bem que eles [a religião] tinham razão!".

Além da Física Quântica, temos as Crianças Índigo. Que são essas crianças? Ninguém sabe ao certo. Mas o que sabemos é que são questionadoras demais, possuem um poder intelectual acima da média e sempre botam os adultos no sapato até mesmo com lições de moral. Segundo fontes não oficiais, tais crianças são parte do plano divino que têm, além do objetivo de depurarem-se, a missão de fazer com que a terra progrida mais e mais.

Sem falar da literatura. Eu não tenho dados estatísticos para comprovar o que falarei, pois vejo a página inicial da Saraiva e Siciliano, mas tenho a impressão que os livros que mais se vendem ultimamente são os de Auto-Ajuda. O que é a auto-ajuda senão o desejo próprio de melhoramento? E como se poderia melhorar sem uma reforma íntima? E o que é a reforma íntima senão a moralização do Ser!?

Bem meus amigos, a labuta é grande. Pensemos um pouco. Vamos refletir se o que estamos fazendo está contribuindo positivamente para esse avanço que caracteriza o Final dos Tempos.

Trabalhai, Trabalhai!


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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Fé ou Obras?

Fora da Caridade não há Salvação

Uns dizem que para chegar ao céu é necessário ter fé, em contrapartida, outras opiniões dizem que o que nos levará para o céu são as boas obras que realizarmos. O que você acha?

Desde que o mundo é mundo várias religiões existiram assegurando e ensinando seus dogmas para conseguirem o reino celestial. Moisés tentou montar um caminho mais plano para tal, deixando o retoque final para Jesus, que com grande Glória desceu do aconchego celestial para ser crucificado por seu próprio povo. Mas mesmo assim, com o poder das palavras e das idéias essa foi a Doutrina que mais se abrangeu em toda a Humanidade, apesar de nem todos a crêem.

Sem dúvida o Cristianismo também gerou suas diversas religiões. Católicos e Protestantes, por exemplo, crêem no mesmo Deus, falam do mesmo Cristo, apregoam o mesmo Céu, condenam ao mesmo inferno, mas ficam guerreando entre seus dogmas para saber quem é capaz de fazer mais prosélitos. Não conheço todas as religiões Cristãs, mas a maioria das que eu conheço se encaixa no mesmo exemplo citado acima.

Enfim, apesar de toda essa guerra de foice que existe entre algumas religiões, falemos então do que realmente nos coroará ao final de nossa jornada, a fé ou as obras?


A Fé é um artifício bastante ensinado pelas doutrinas cristãs. Muitas delas afirmam que só irá para o céu quem tem fé. A Bíblia fala que a fé é a base de todas as coisas (Aos Hebreus 11), mas não fala que é o pré-requisito para entrar no céu. Pra falar a verdade, eu também não consigo imaginar uma pessoa ignorante, intransigente, egoísta, orgulhosa, porém transbordando de fé entrando no céu. É meio ilógico você não acha?

Por outro lado, Cristo, o autor dessa grande religião que nos foi ensinada e que um dia tornar-se-á única, falou claramente que "Fora da Caridade não há Salvação". Fazer a caridade é, necessariamente, realizar obras. Obras benévolas, cheias de amor ao próximo e a Deus. Jesus fez caridades todo o tempo de sua vida. Ele, o Mestre dos Mestres, exemplificou na prática como devemos proceder. Se ele é o nosso referencial, não devemos seguir outro senão o Rabí. Agora sim, fica mais fácil conceber a idéia de alguém entrando no céu mesmo não tendo fé, mas realizando diversas obras levando em consideração a Doutrina do Grande Mestre. Fica mais racional, mais lógico, não é mesmo?

Eu tenho o meu ponto de vista com relação a esse questionamento: Fé ou Obras? Podemos dizer que uma pessoa pode ter a fé maior do mundo, mas se tiver uma fé cega, daquelas que não conseguem enxergar um palmo à frente do nariz e que não realizam os ensinamentos do Mestre, para com esses, Deus terá que usar de Misericórdia no grande dia. Ter fé não significa realizar obras. Já, se uma pessoa realiza obras, muito provavelmente ela tem a esperança de um dia alcançar a vida eterna nos céus. E o que é a fé senão a esperança? A fé é a esperança das coisas que se esperam, já dizia Paulo nas cartas aos Hebreus.

Entre fé e obras, fique com ambos!

Um Abraço Fraterno!

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domingo, 14 de outubro de 2007

Renúncia e Abnegação

Quando começarmos a praticar a renúncia e abnegação
começaremos a ver o sol raiar para o nosso espírito

Talvez escrever seja uma forma de tentar assimilar melhor o tema, visto que eu mesmo não o coloco em prática em toda sua completude. Abnegação e Renúncia são duas chaves para a estruturação espiritual completa neste planeta, mas será que estamos prontos para colocarmos a teoria em prática?

Você já parou para pensar porque às vezes falhamos no aspecto espiritual mesmo quando nos sentimos em nosso melhor momento? Já tentou encontrar a causa de nossa infortúnia falta? Talvez possamos arriscar em egoísmo e orgulho, será que são essas as causas? É isso mesmo amado(a) irmão(ã), é exatamente o câncer que precisa ser extirpado de nossa essência.

Como sempre faço nos nossos artigos, tomo primeiramente o exemplo do nosso Mestree Jesus Cristo. Com os exemplos que temos no Evangelho podemos analisar a personalidade do Mestre e de seus discípulos e notar claramentet que o principal pré-requisito que Cristo expunha para seguí-lo em sua missão era a Renúncia e a Abnegação. Por várias vezes o vemos dizendo: "Largue tudo que tens e segue-me". Os discípulos que tinham o desejo do avanço espiritual escutavam-no e acatava-o sem pestenejar.

Mas qual seria a razão para tão grande esforço? Será que nosso avanço espiritual depende mesmo desse sacrifício? Não há muito o que falar, todos sabemos, por mais que não pratiquemos, que esse é o caminho para a perfeição. Vimos no artigo Liderar pelo Exemplo que é a abnegação e a renúncia que nos tornarão lideres excepcionais. Na história e no Evangelho temos vários exemplos para podermos nos espelhar. Quantos são os que renunciaram ao poder, ao dinheiro, a fama, a família e até mesmo a própria vida para poder servir o próximo? Quantos não deixaram de viver para si para viverem para Deus? Jesus, Apóstolo Paulo, Buda, Bezerra de Menezes, Madre Tereza, Chico Xavier e tantos outros que hoje vivem no anonimato.

Prezado leitor, quando abstemo-nos dos desejos materiais, das posses que um dia irão ficar quando nosso corpo de carne padecer, quando olharmos para dentro de nós e vermos que existe um Espírito sedento que precisa de alcançar o progresso em direção ao Pai Eterno, começaremos a dar menos valor às paixões dessa vida, seremos abnegados de todo o materialismo e renunciaremos ao que faz atrasar nossa caminhada.

É como falei no início, eu mesmo, apesar de conhecer bem a teoria, tento de todo modo colocar essa teoria na prática. E você? Qual seu objetivo espiritual? Já parou para pensar se está deixando as coisas realmente importantes de lado? Lembre-se das palavras do Mestre: "Buscai primeiro o reino dos céus e as demais coisas lhes serão acrescentadas."

Sabedoria a todos nós!

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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

A Mediunidade

Energia


Esse tema, infelizmente mal compreendido pela grande massa, gera muito preconceito. Seja por ignorá-lo, seja por herdar de seus círculos religiosos o preconceito infundado, principalmente contra a Doutrina Espírita. O que a grande maioria não sabe é que entre os seus próprios companheiros religiosos muitos deles são médiuns sensacionais!

O termo "médium" surgiu no século XIX com o professor Rivail quando servia de mensageiro da "nova" Doutrina denominada Espiritismo. A palavra em questão vem do latim mediare, que significa intermediário ou mediador. Rivail foi muito feliz ao utilizar este termo, pois não há melhor vocábulo para qualificar aquele ou aquela que se põe à disposição do plano espiritual para servir ou comunicar-se com o material.

Todos nós, sem exceção, somos médiuns. Uns mais e outros menos. O surpreende as pessoas é quando presencial alguém com uma mediunidade ostensiva, como era o caso de Chico Xavier, que escreveu mais de 400 livros, muitos de conhecimento que não era do nível intelectual do médium (considerando-se a formação acadêmica e cultural do mesmo). Alguns livros abordavam assuntos totalmente diferentes uns dos outros, mas dentro da ciência, filosofia e religião Espírita.

A mediunidade é uma característica do organismo do ser humano, por isso citei acima que todos somos médiuns, uns mais e outros menos. Com o estudo e a prática a mediunidade pode ser desenvolvida. O "dom" da mediunidade, se é que podemos chamar de dom, está ligada à glândula pineal que fica no centro do cérebro humano, glândula esta que os orientais e os hindus atribuem fenômenos sobrenaturais.

Para comprovar que todos somos médiuns, podemos citar alguns exemplos muito comuns que ocorrem no nosso dia-a-dia. Você já deve ter adentrado num ambiente onde seu humor tenha mudado drásticamente e voltado ao normal ao deixar este ambiente? Já bateu os olhos numa pessoa e, sem conhecê-la, concluiu sem erro sobre as características de sua personalidade? Já adivinhou o que outra pessoa iria falar e você falou antes dela de modo que ela se surpreendesse? Esses e outros são conclusões irrefutáveis de que todos somos médiuns. A captação dos fluídos de um ambiente e harmonização com os fluídos de outras pessoas são exemplos de fenômenos que acontecem entre espíritos. Para os primeiros, dizemos que a pessoa é sensitiva, daí o termo médium sensitivo. Já para o segundo, é a capacidade de comunicação telepática, um dos fenômenos que os Espíritos desencarnados se utilizam para colocarem-se em comunicação com o mundo material.

Além destes exemplos, existem aqueles cuja mediunidade é mais aflorada. Não são raros os casos em que pessoas afirma ver Espíritos de pessoas mortas, ouvirem barulhos e ruídos sem causa aparente, etc. Neste caso podemos dizer que são médiuns de nascença. Apesar de muitos não acreditareme, a mediunidade é um fato. Ela não escolhe religião, posição social, cor, raça nem idade. A mediunidade está no homem desde que o mundo é mundo, desde os tempos mais remotos.

Temos na história vários exemplos de médiuns que destacaram-se não só na literatura espírita, mas no conceito da humanidade. Muitos deles foram tidos como grandes homens ou mulheres. Na Bíblia é então, uma das maiores fontes de relatos mediúnicos, existem casos que o único argumento capaz de sustentar a sua não-existência é a antiga e desconsiderada afirmativa: "Isso é coisia do diabo!".

Agora sabendo isso, podemos nos perguntar: "Para que serve então a mediunidade já que a temos?" ou ainda "Faria Deus alguma coisa em vão?". Sem dúvidas a mediunidade é como a inteligência, intelecto e a razão, devemos utilizá-la da melhor forma possível, corrertamente, em prol do avanço pessoal e coletivo focado no bem.

Abraços Fraternos

Alguns relatos de mediunidade na Bíblia:

  1. Moisés proibia o povo de evocar Espíritos ou consultar adivinhadores (se isso era fato, Moisés sabia que era possível. Para proteger a inocência espiritual deles, achou por bem proibí-la); Dt 18,9-14

  2. Saul procura uma médium para falar com Samuel; ISm 28

  3. Maria Madalena viu dois Espíritos no sepulcro que Jesus foi sepultado e falou com eles; Jo 20,11-12

  4. João escreveu o Apocalipse através das revelações mediúnicas que recebia; Ap 1

Relatos de mediunidadade na História:
  1. Chico Xavier

  2. Joana D'Arc

  3. Bezerra de Menezes

  4. Peixotinho

  5. Divaldo Franco

  6. Etc.

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Outra Referência

terça-feira, 2 de outubro de 2007

As Diversas Vidas

Uma representação das diversas vidas


Algumas vezes quando converso com espiritualistas que acreditam na reencarnação, percebo uma grande preocupação com duas coisas: ou a vida passada ou a futura. Mas e a vida presente? Diante de todo conhecimento que adquirimos com a Doutrina Espírita, temos sim preocupação com as vidas futuras, afinal, o que fizermos agora influenciará diretamente no futuro de alguma forma, mas não na vida passada, pois esta já foi a causa do que você vive agora, tanto de bom quanto de ruim.

Se pararmos para pensar, algumas pessoas que professam uma religião que abre espaço para a intelectualidade ou para saciar alguma curiosidade que não é resolvida com o conhecimento científico e/ou espiritual atual, preocupam-se mais com tais questões do que com a verdadeira essência da doutrina - o amor.

Como já foi escrito em um artigo anterior, Professar e Praticar tornam-se coisas totalmente distintas. Praticar algum rito, culto e/ ou dogma não vai fazê-lo melhor nem pior que um ateu. A Rerforma Íntima do Ser, que tanto falo nos artigos que escrevo e nas conversas com amigos, é o que deve ser o objetivo principal de todo o religioso. Como já disse Jesus: "Buscai primeiro o reino dos céus e as demais coisas lhes serão acrescentadas"; Neste caso, buscar o reino dos céus é encontrar dentro de cada um de nós, no universo que reside em nós, o amor que emana do Criador e partilhemo-o com os nossos irmãos.

Por fim, nada mais natural que nos aconselharmos sob da luz do Evangelho. Devemos sim nos preocupar com as questões científicas e filosóficas da nossa doutrina, pois faz parte e é um curso natural do nosso progresso, mas jamais devemos perder de vista os maiores ensinamentos que Jesus nos deixou: "Amai a Deus de toda a tua alma, com toda a força do teu Ser e de todo o teu coração e o próximo como a ti mesmo"

Artigos relacionados:


Não é muito o foco desse artigo, mas há quem precise de provas para acreditar em vidas passadas, reencarnação, etc. Por essa razão, deixo aqui para vocês uns videos como referência.



VIDAS PASSADAS

Caso #1


Caso #2


Caso #3

domingo, 30 de setembro de 2007

Conselho Fraterno: Orai e Vigiai

Praticar a caridade em sua mais pura essência é fazer jorrar ao sedento a água fresca que ameniza o organismo flamejante. Ter o dom de amar é o diamante zelado a sete chaves guardado por um cérbero.

Olvideis para que na tua jornada estejais sempre fundamentado no amor Divino e nunca desvie teu pé nem para a esquerda ou direita.

Estejais certos de que nada passa ao acaso aos olhos de Deus. Pela mais pequenina falta prestarás contas ao Grande Deus. Todo o bem que fizerdes porém, quitar-lhe-á um débito do passado.

Quando vos puserdes em oração, lembrais dos pequeninos que rodeiam a Terra a pedir, a mendigar, passar sede, sem pai, sem mãe. Isto é uma maneira, quando feito do fundo do coração, de quitares débitos com o Pai. Orai por aqueles mais frágeis que tu e estejais sempre pronto, como um sentinela, a prestar de bom coração a ajuda para o bem.

Estejais sempre vigilante.

Orai.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Final dos Tempos II

No último artigo nos enveredamos por uma abordagem do Final dos Tempos onde citamos a evolução e maturidade espiritual de grande parte da população. Uns procurando formas de se espiritualizar e outros procurando um caminho de conhecimento de si próprio, que a meu ver é uma forma de espiritualização, pois conhecendo a si próprio estará mais apto a conhecer o próximo. Mas, como profetizado há aproximadamente dois mil anos, haverá choro e ranger de dentes naquele dia.

O mundo já manifestou todos os sinais de que está no seu limite. Guerras, pestes, desastres naturais acelerados por interferência do homem na natureza, grandes problemas sociais e familiares, bizarrices que ocorrem ao redor do mundo que, se não temos uma visão de futuro esclarecida, são problemas sem solução.

A grande maioria das pessoas que professam uma religião, mesmo que não pratiquem, acredita que haverá uma vida após esta. Uma vida que gozará de uma felicidade senão perfeita, quase perfeita, e que somente os privilegiados serão dignos de usufruí-la. Mas qual a condição para ser um dos privilegiados?

Durante toda a existência da humanidade, pelo menos a que conhecemos, tivemos espíritos altamente capacitados para nos ensinar os caminhos para sermos um dos privilegiados. E o maior de todos que já passou por aqui, Jesus, falou que o amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo é o caminho. Esse caminho, na teoria, é muito simples. Seguindo-o e praticando-o em sua completude, estaremos prontos para irmos a um plano superior ou gozarmos de uma felicidade perfeita, relativa à da Terra.

Juízo Final de Michelangelo

Claro, sempre existem aqueles que optam por não seguirem o caminho correto. O caminho do bem, embora teoricamente seja facílimo, na prática requer muito trabalho, renúncia, desprendimento dos baixos sentimentos e dos bens materiais, etc. E infelizmente nem todos estão preparados para colocar todos os aspectos desse caminho em prática. Segundo o que encontramos em muitas religiões, os mais rebeldes terão a recompensa que lhes cabe, e é claro que a Justiça de Deus é mais justa do que nós imaginamos. Entretanto Ele une a justiça à sabedoria e à misericórdia.

Como vimos em um artigo de agosto, existem vários planetas que orbitam seus sóis em suas galáxias. Uns mais e outros menos avançados que a Terra. O benefício para os que seguirem as Leis de Deus será galgar mais um degrau na escala da evolução, já para os que não tiverem nem o desejo de se melhorarem, esses sim, sofrerão bastante e chorarão, rangerão seus dentes, pedirão socorro, misericórdia e Deus lhes falarão ao fundo de suas almas: “Aparta-te de Mim que não vos conheço.”.

Acha que o planeta Terra é um planeta ruim? Isso é porque você nunca parou para imaginar o quão pior será a recompensa dos que ignoraram as Leis de Deus. Porém, não será sua última chance, Deus perdoará seus filhos quantas vezes forem necessárias e lhes atribuirão recompensas segundo as suas obras. Certamente chegará um tempo em que o desejo de ir para o Pai tocará o íntimo do seu espírito e lhe conduzirá para cima na escala da evolução. Mas até que isso aconteça, a Lei da Causa e Efeito deverá ser cumprida, como toda Lei Divina.

É realmente apavorante pensar em viver num mundo muito pior que a Terra, mas não devemos temer se já estamos ligados a Deus por Cristo Jesus. Por mais pecadores que sejamos, o simples desejo íntimo de querer ser justo e bondoso, segundo as Leis Imutáveis do Criador, já é um grande avanço.

Sejamos, pois, leias às fiéis promessas do Senhor e caminhemos todos juntos fraternalmente ao norteado pelo futuro que nos espera nos braços da eternidade junto do grande e poderoso Criador de todas as coisas.

“Se não é possível fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” (Chico Xavier)

Abraço Fraterno!


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segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Final dos Tempos I

Fim do MundoAlegoria do Fim do Mundo


Recordo-me quando eu era mais jovem, religioso, super conservador, cheio de medo do desconhecido. Lembro-me que quando ouvia falar do Final dos Tempos, já me sentia no inferno, mesmo sendo um "cristão exemplar". Apesar de eu aceitar, naquela época, a teoria de que Deus coloca os homens no inferno para sempre, eu sempre desconfiava dessa falha teoria. Bem no íntimo do meu ser eu acreditava piamente na remissão dos pecados e na misericórdia Divina.

Hoje com minha visão e entendimento espiritual, apesar do processo de formação eterno, já posso ter uma conclusão bem diferente do que é o chamado Final dos Tempos apocalíptico. Embora não seja o foco do artigo de hoje, mas o de um artigo futuro, vou falar somente dos aspectos que caracterizam o final dos tempos e a transição do nosso tempo.

Acredito que a maioria das pessoas ou já leram ou já ouviram falar que na Bíblia, no livro de Apocalipse, existe uma passagem que fala do Final dos Tempos, figurando guerras, catástrofes naturais, conflitos entre as sociedades, etc. E hoje, por essa razão, as pessoas acreditam que estamos no Final dos Tempos (e com razão) por estarmos vivenciando todas as profecias lançadas à humanidade há alguns milênios. Uma das condições que também é sustentada é que o Final dos Tempos só se consumaria de fato depois que todas as criaturas viventes fossem pelo menos notificadas do evangelho do Mestre Jesus. E é nesse ponto que eu gostaria de chegar!

Iluminação EspiritualIluminação Espiritual

Tenho acompanhado a literatura espiritualista, de auto-ajuda, filmes, palestras que falam muito sobre as novas tendências da humanidade, como a logosofia, por exemplo. Há aproximadamente 100 anos com o advento da Física Quântica podemos resolver problemas antes atribuídos ao diabo. Podemos falar dos milagres de Jesus embasados na ciência e constatar a tamanha evolução e conhecimento do grande Mestre que há dois mil anos já dominava a ciência no campo vibracional das partículas. E nós, 'rélis mortais', ainda estamos engatinhando para descobrir se um elétron se comporta como uma onda ou como uma partícula ou como ambos?!

Podemos hoje entender tanto no aspecto religioso quanto científico as comunicações com o plano espiritual intermediadas por pessoas comuns que antes eram mortas em fogueira, decapitadas, etc. Podemos entender a força do pensamento positivo e negativo, da Lei da Causa e Efeito, dos problemas de pessoas que nascem com um sofrimento que, sem levar pelo aspecto religioso, achamos a Justiça Divina injusta, por pura falta de conhecimento.

Enfim, são milhares de mudanças no veio da Humanidade. Vários ícones já passaram para realizarem verdadeiras revoluções em todas as áreas de conhecimento. Muitos já padeceram pelo bem da Humanidade, já sofreram horrores para implantar uma idéia que hoje nos parece corriqueira. E onde você imagina, amigo (a), que isso tudo irá parar? O que você espera acontecer daqui a alguns séculos? Como você acha que a Humanidade se encontrará espiritualmente daqui a mais mil anos? Será nosso planeta ainda um ponto na Via-Láctea? E depois disso? O que será de nós, espíritos sofredores carentes de paz? Será que você consegue enxergar nisso tudo o final dos tempos?

A última chance está dada. Somos os trabalhadores de última hora! Precisamos fazer o nosso melhor para que possamos usufruir de uma paz de espírito relativamente perfeita com relação à da Terra. Sejamos, pois fiéis aos ensinamentos do grande Cristo e não nos detenhamos nas diferenças, mas unamos forças para que amemos uns aos outros se fosse a nós mesmos e nunca percamos de vista o nosso objetivo, a nossa meta, que é a Luz do Grande Arquiteto do Universo.

Um Abraço Fraterno!

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sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Predestinação & Livre Arbítrio

Sempre podemos decidir entre dois caminhos,
cabe a nós arcar com a conseqüência da escolha errada.


Entre os algumas linhagens evangélicas principalmente, ouve-se bastante falar sobre predestinação. Que fulano ou beltrano foi predestinado a fazer tal coisa ou tal coisa e/ou nasceu com tal condição por ser predestinado. Ser predestinado é ter sua condição já estabelecida antes de sua vida, o que lhe faz ser superior ou inferior aos outros. Mas isso é um tanto injusto, não é mesmo?

Quando cremos que a predestinação existe, somos, conseqüentemente, induzidos a acreditar que o livre arbítrio não é de todo efetivo, pois se somos predestinados não poderemos exercer o livre arbítrio para alcançarmos o que nós realmente desejamos, pois estamos, como a própria palavra já diz, predestinados a exercer tal função. Se Deus nos deu o livre arbítrio e a opção de até mesmo não acreditar Nele, por que existiria a predestinação?

De uma forma simples, podemos até entender a predestinação sob uma ótica diferente. Se nos embasarmos na reencarnação e entendermos a obra da criação como perfeita nos seus aspectos mais peculiares, poderemos até entender a missão que nos é atribuída no plano espiritual como predestinação, mas mesmo assim se o espírito "predestinado" não quiser se comprometer com a missão, este tem toda a liberdade para tal, cabendo a ele arcar com as conseqüências. Isso é o livre arbítrio.

Se ainda insiste em acreditar que a predestinação existe, tente dar uma resposta a essa questão: "Por que Deus criaria um ser devotado ao bem, sem a condição de sucumbir às imperfeições dos mortais e a outros criaria com mais sucetibilidade a ceder ao mal?". Deus é justo no sentido mais forte e amplo desta palavra. Claro que não é o suficiente para qualificá-lo, mas por ele ser de todo perfeito (palavra também insuficiente), Ele abrange a justiça desde o seu entendimento mais parco até o mais complexo, entendimento este que estamos muito distante de alcançarmos.

Muitos são os espíritos bastante evoluídos que habitaram a superfície terrestre incubidos de missões bastante críticas para a evolução da nossa Humanidade. Temos diversos exemplos que deveríamos nos inteirar de suas biografias a fim de aprendermos algo a mais para nossa bagagem de conhecimento tanto moral quanto espiritual. Sócrates, Martinho Lutero, Martin Luther King, Allan Kardec, Nelson Mandela, Agostinho, Paulo o Apóstolo e, é claro, o governador e fundador da nossa esfera, responsável pela criação do nosso planeta desde a sua formação molecular, Jesus Cristo.

Agora, antes de acreditar que algo está acontecendo na sua vida por conseqüência da predestinação, tente encontrar a causa do problema que gerou toda essa turbulência. Onde há fumaça há fogo, ou seja, para todo efeito existe uma causa. Certamente em algum momento da sua vida você optou por algo que lhe induziu a enfrentar este problema. Mas lembre-se, nunca é tarde para recomeçar.

Abraços Fraternos!


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segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Liderar pelo exemplo

Esse tema foi foco de uma grande discussão no ano passado com o lançamento do livro O Monge e o Executivo de James C. Hunter, onde focou sua narrativa num dos maiores líderes que já tivemos. As pessoas puderam entender mais claramente, de forma simples e objetiva, o que é liderar. Ser líder, palavra bonita, imponente, forte e exalta muito. Tem benefícios, excelentes benefícios, mas como tudo que nos trás benefício, é necessário trabalho, diga-se de passagem, para ser líder, exige muito trabalho.

O líder é aquele que está disposto sempre a, em vez de liderar, servir. Isso mesmo! Parece paradoxal, mas o líder deve servir mais do que liderar, deve servir mais do que ser servido. Quando lidamos com um grupo heterogêneo não há como liderá-los, fazê-los pensar de forma unívoca sem que alguém com bastante força de idéias, alguém que as pessoas possam confiar, faça-os mudar os paradigmas. E fazer alguém mudar de idéia não é um trabalho simples, todos sabemos disso. Não devemos jamais impor a força, pois todas as lideranças que impuseram a força, o poder inquisitivo no lugar da humildade e da servidão, foram poderes que acabaram, cedo ou tarde, derrotados. Mas o aspecto da servidão é através das atitudes. Não devemos deixar muitas vezes um cargo que requer liderança, imponha sobre os subordinados o poder inquisitivo que intimida e quebra o relacionamento. Devemos, apesar da hierarquia, lidar com os nossos amigos de forma que faça-os sentir úteis, sentirem-se iguais a nós, que de fato são. Servir é o primeiro passo.

A humildade é o segundo passo que um líder deve dar. Saber ouvir, por exemplo, é um aspecto de humildade que poucos líderes possuem. Saber ouvir não é só ficar plantado na frente de uma pessoa escutando o que ela está falando maquinando ocultamente uma resposta, uma contra-argumentação para ignorar a idéia que lhe foi exposta. Saber ouvir é, além de escutar, pensar, meditar no que te falam, avaliar e dar-lhes o crédito de uma excelente idéia quando isso ocorre. Saber ouvir é quando uma pessoa tem uma idéia totalmente equivocada sobre determinado assunto, ouví-la até que termine, por mais estranho que isso possa parecer, e tentar mostrá-la, sem ser arrogante, o que ela está errando e tentar fazê-la entender o seu erro. Isso é um exemplo de humildade.

Outro aspecto muito importante de um líder é a sua inteligência. Não me refiro à inteligência cognitiva, intelectual, que dependendo da liderança que se exerça, pode ser um fator muito importante, mas falo da inteligência emocional. A inteligencia emocional consiste na capacidade de o homem raciocinar com os sentimentos. É saber interpretar, antes de mais nada, o que se passa com os seus próprios sentimentos e sabê-los domar. Ser inteligente emocionalmente, é não deixar a raiva te tomar por completo, seja lá qual for a razão. É saber entender uma pessoa difícil, lidar com ela e amá-la como qualquer outra pessoa. O líder, por mais alto que seja seu Quoeficiente Intelectual (QI), se não tiver o mínimo de Quoeficiente Emocional (QE) jamais poderá ser um bom líder.

Poderia me delongar em diversas páginas citando qualidades e atitudes de um grande líder por esse artigo, mas é claro que todos (ou quase todos) sabem o que um bom líder deve ter, por isso vou citar só mais um outro ponto que é super importante para um líder.

Renúncia! O líder tem que Renunciar! Renunciar aos seus próprios interesses. Renunciar à sua vida, sua individualidade. O líder tem que trabalhar em prol de um grupo ou sociedade ou até mesmo da humanidade, não deve estar focado egoisticamente nos seus próprios interesses, deve estar sempre visando o bem comum, nada mais. Será que estamos prontos para isso?

Agora que abrangemos alguns dos pontos que são fundamentais de um bom líder, vamos, em rápidas palavras, fazer uma "pequena" retrospectiva na nossa história. Não vou fazer comentário da personalidade nem do comportamento de nenhum dos líderes, mas vou deixar a cargo de vocês a análise com base no que foi exposto aqui e meditemos para que possamos aprender mais um pouco. São eles:

  • Jesus
  • Ghandi
  • Nelson Mandela
  • Madre Teresa
  • Allan Kardec
  • Getúlio Vargas
  • Che Guevara

É claro que não precisa ser conhecido num âmbito mundial para ser um bom líder. Você pode ser líder no anonimato, mesmo sendo o empregado, o membro da igreja ou o filho caçula da família. A única coisa que devemos fazer é ter disciplina e a força de vontade para fazer uma reforma no nosso comportamento e no nosso ser para que possamos nos adaptar a esses comportamentos, infelizmente, pouco comuns na nossa sociedade.

Você, amigo(a), que tem vontade de conduzir um grupo que siga os seus ideias, tenha como referência o grande mestre Jesus Cristo, o líder dos líderes, que andou sobre esse planeta cheio de pecados sem impor nada a ninguém, lavou os pés dos seus liderados e ainda morreu por todos nós na cruz do Calvário rogando ao Pai pelo Seu perdão para conosco, pois nós, criaturas imperfeitas na estrada da evolução, não sabíamos o que fazíamos. Cristo nos perdoou até por termos matado-o. Quer renúncia maior que esta? Quer maior amor que este? Quer servidão e humildade maiores que estas? É claro que para chegarmos ao nível do nosso Mestre levaremos milhares, ou até milhões de encarnações por este e outros planos, mas toda caminhada começa com um passo. Por que não dar o primeiro passo agora?

Que tal você falar o que você pensa sobre esse assunto? Deixe seu comentário! Vamos debater a respeito!

Um Abraço Fraterno!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Tempo das vacas magras

É verdade, faz um tempo que não converto "minhas" idéias em bits através deste blog. Na verdade eu estou passando por uma seca inspiracional. Ando muito preocupado com as coisas do cotidiano e não tenho dedicado nenhum tempo para uma reflexão, como sempre faço antes de escrever. Mas, como dizem os japoneses: "Se existe um problema, existe uma oportunidade".

Considerando essa falta de inspiração como um problema, existe uma oportunidade. Mas qual? A oportunidade de aprender! De conscientizar-se que estou colocando as coisas materiais e transitórias em evidência e deixando de lado o que realmente é importante.

Depois de uma grande safra de pensamentos e reflexões, estamos em um tempo, embora curto, de vacas magras. Mas nessa vida tudo é passageiro, menos o cobrador e o motorista =).

Um Abraço Fraterno!

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Qual a religião certa?

Qual a religião certa? Qual religião é o único caminho que leva à salvação? Quais os dogmas corretos? E os errados? Qual grupo, seita, clã ou denominação religiosa que tem a resposta para todas as perguntas? Não sabe? Eu sei... NENHUMA!

Por que existem algumas pessoas que insistem em pensar que as suas religiões são as únicas, absolutas, insolúveis e corretíssimas? Por que quando se opta por outra orientação religiosa elas parecem terem perdido uma guerra e tentam resgatar o “soldado ferido” a qualquer custo? Será que mudar de religião é um ato digno de morte eterna? A religião, com seus dogmas, ritos e cultos não são caminhos para salvação de ninguém. Será que isso é tão difícil de compreender?

O grande mal entendido dessa estória toda é o erro que as pessoas cometem tendo a visão míope de Deus achando que ELE é (ou deveria ser) como os homens, que é o reflexo das atitudes humanas e não o contrário. Será mesmo que ELE se importa se us vão à missa todo domingo, usam preservativo para terem relações sexuais e fazem catecismo e outros usam terno, gravata, sapatinho social, a Bíblia debaixo do braço e vão à igreja todo santo dia? Qual das duas personalidades vai pro inferno? Qual vai pro céu? O que é o Céu para um e o inferno para o outro? Até mesmo entre as doutrinas religiosas que professam a mesma fé em Cristo existem guerras, diferentes dogmas e formas diferentes de servirem a Deus. Será que pelo fato de estarem na igreja “A” e não na “B” já se tem o um pacto assinado com o diabo para irem ao inferno? Quanta ignorância seria pensar dessa forma.

Como eu já havia escrito em um post sobre a Reforma Íntima, o mais louvável aos olhos de Deus são as mudanças que você realiza no seu interior e que refletem em atitudes no exterior para com Deus e o próximo. Atitudes repletas de amor, carinho, respeito e humildade. Tais atributos que o Filho do Homem esteve o todo tempo ensinando há dois mil anos através de palavras e exemplos e, até agora, infelizmente, nem todos aprenderam ou entenderam. Será que é preciso que o Messias venha novamente?

Além de tudo, apegam-se tanto a um ou outro trecho da Bíblia e ficam querendo convencer as pessoas, de qualquer modo, de que aquele é o único caminho, que tal ou tal religião é a que vai salvar a tua alma e resolver todos os teus problemas, mas que absurdo! Esqueceram que Jesus Cristo disse para os discípulos irem às ovelhas desgarradas, sem fé, sem crença alguma e precisando da Luz. Falou-lhes para não irem aos gentios, não irem aos que já tinham o seu berço religioso formado, pois estes não o receberiam ou, sentindo necessidade de mudança, procurar-lhes-iam... Não são os que gozam de saúde que precisam de médicos. E é assim que as pessoas agem? Por que não meditar no evangelho para saber dessas coisas? Por que não refletir de alma nas palavras do Mestre e entender que o que ele queria não era formar número e sim formar corações convictos da Boa Nova? Em Mateus capítulo 10 existe um verdadeiro manual de instruções de como divulgar o Evangelho... Quer ser um trabalhador do Cristo? Leia, compreenda, faça a sua reforma íntima e pratique!

As nossas igrejas estão precisando de novos Paulos, Pedros e Luteros para ensinar-lhes que os dogmas não são absolutamente nada perante a Magnitude do Grande Arquiteto do Universo. Devemos nos preocupar menos com a forma e mais com o fundo.

Muita Paz!


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O Grande Mal da Humanidade é a Religião

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Conhece-te a ti mesmo

Estou agora num momento de introspecção ouvindo uma das centenas obras de Frédéric Chopin. Sua forma de dedilhar ao piano, a expressão que varia sutilmente do pianíssimo ao muito forte é de uma magnitude angelical, divina. Cada nota, seja breve ou longa, introduzindo suavemente através dos tímpanos diretamente no âmago da alma uma sensação de paz, serenidade, calma... A música é fascinante, é necessário muita sensibilidade, desprendimento do nosso cotidiano para poder entender o quão magnânimo é a música para o ser humano, poder dar valor a esse grande refúgio que Deus nos revelou para nos auxiliar na introspecção e no conhecimento do nosso Ser. E é sobre essa sensibilidade que eu vou falar hoje, a sensibilidade que temos quando desenvolvemos o conhecimento de nós mesmos.

Usualmente estamos focados em atividades do nosso cotidiano, tais como: trabalhar, estudar, cozinhar, lavar, passar, sair com amigos, etc. Sempre temos todo o tempo necessário quando se trata de cuidar de nossa vida material. Sempre encontramos tempo, por mais assoberbado que estejamos, para sair com amigos, tomar um chopp, ir ao cinema. Talvez por ignorarmos o assunto ou por pura displicência, nunca tiramos um tempo para fazermos uma viagem dentro de nosso Ser. Um verdadeiro tour que nos mostrará quem somos na realidade.

A reflexão é uma ferramenta importante que devemos nos utilizar para facilitar o conhecimento de nós mesmos. Conhecendo-nos temos a sensibilidade de estar sempre em sintonia com o divino, pois o divino está dentro de cada um de nós. Essa sensação de paz, harmonia, serenidade é alcançada quando conseguimos nos despir do preconceito, do egoísmo, da ganância, do materialismo. Consguimos enxergar algo além, muito além da matéria grosseira que nos envolve.

A esperança de uma vida futura sempre vem com a nossa "espiritualização". Nós somos capazes de ver que o que nos cerca não são nada perante o que é real: a vida espiritual. Essa estadia durante este planeta é só um estágio, uma fase, como muitos sabem, mas poucos confiam. É uma oportunidade que temos para depurar o nosso espírito e alcançarmos uma condição melhor.

Com o conhecimento de nós mesmos somos capazes de desenvolvermos o amor ao próximo sem ostentação, enxergaremos a beleza em todas as coisas criadas por Deus. E também, é claro, sentirmos no íntimo do nosso Ser a magnitude das melodias entonadas ao piano por Frédéric Chopin. :)

Que a Paz e a Harmonia possa inundar o nosso Ser!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

O bem nada seria se não existisse o mal

Muito se fala que devemos fazer o bem. Mas o que é o bem? Para que serve? Já parou para pensar por que razão temos, na maioria das vezes, a preferência de seguir o bem e não o mal? Mas o que é o mal? Por que não seguir o mal? Estas questões são as mais importantes quando estamos pensando em seguir um caminho que nos dê algum benefício. Seja em um espaço de tempo curto ou longo, nesta ou noutra vida.

Todos nós temos desde pequenos senso do que é certo e do que é errado, mas qual é o parâmetro? Qual a nossa referência? Será que só sabemos o que é bom porque os nossos pais disseram para nós: "Meu filho, não faça isso porque isso é mal"? E aqueles que, por ironia do destino, mesmo sem pai e sem mãe conseguem trilhar o caminho que julgamos o caminho do bem? Infelizmente nem todos têm a mesma sorte...

Então, com uma reflexão profunda e com uma dose de espiritualismo, podemos concluir que o bem é tudo aquilo que segue as leis de Deus. Não matar, não roubar, não desejar a mulher do próximo, honrar nossos pais, etc. E isso é o que está entranhado em nossa consciência superior. Ninguém precisa nos ensinar hoje em dia que matar ou roubar é errado, porque temos dentro de nós um sentimento inato de que não devemos fazer aos outros o que não gostaríamos que fizessem conosco. E isso é o que convencionamos de "bem".

E o que é o mal? Porque matar é mal? Por dedução lógica, podemos concluir que o mal é tudo aquilo contrário às leis de Deus. Pode pensar em qualquer coisa que você considera mal, qualquer coisa mesmo, e avaliar com sinceridade e senso crítico se Deus se agradaria do que você pensou. Se a sua razão julgou que sim, então isso é o mal.

Existe dentro de cada um de nós um sentinela que Deus criou com alguns atributos e características que nos conduz para o caminho da retidão, esse sentinela chama-se consciência. É a nossa consciência o nosso maior juiz. E o melhor de tudo é que ela está sempre julgando em favor do divino, ou seja, fundamentada nas leis Divinas. Uns tem suas consciências mais desenvolvidas que outros, mas isso tudo é uma questão de evolução, de estudo, de conhecimento. Chegará um ponto que nossa consciência estará tão afiada nesta Terra que ninguém precisará mais de um juiz para julgar os atos de ninguém, todos os homens serão seus próprios juízes.

Existe uma perguntinha, se você crê em Deus, que certamente você já deve ter feito: Deus criou o mal? Claro que não! Deus criou as suas leis imutáveis e deu à sua criação o livre-arbítrio. Como vimos acima, tudo que está de acordo com a lei divina, convencionamos que é o bem, caso contrário é o mal. Então quem criou o mal foi a própria criatura de Deus. Como foi figurado no Gênesis com Adão e Eva quando na alegoria Eva come a maçã, infringindo a lei do Criador, aí o mal se estabelece na consciência humana.

Entretanto, jamais deveremos abolir o mal, pelo menos por enquanto. O mal é muito, mas muito necessário para a evolução da humanidade. Como poderíamos galgar novos degraus da evolução se não houvessem barreiras, não houvessem provas que deveríamos transpor? O mal é o amigo do bem porque este é a ferramenta que temos para provar que podemos praticar o bem e, conseqüentemente, evitá-lo. Assim, de acordo com o nosso conhecimento maior das leis divinas, vamos alcançando novos planos, novas provas e novos méritos. Até chegarmos à perfeição angelical.

Agora que você já sabe disso, algo de mal que está acontecendo na sua vida atualmente, é uma ferramenta, um ponto de apoio para você subir mais um degrau na sua vida material/espiritual. O mal é uma ferramenta, devemos vê-lo não com medo ou repugnância, apenas enfrentá-lo e usar o bem para acabar com ele.

Pense nisso!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

O Esquecimento do Passado

A reencarnação, embora bem antiga e comprovada biblicamente, é um assunto que veio a luz da consciência dos ocidentais há pouco mais de 150 anos quando Allan Kardec compilou as obras da Doutrina Espírita, obras estas que agregam assuntos doutrinários de cunho moral e novos assuntos da espiritualidade que antes eram conhecidos apenas por parábolas e parcamente compreendidos. Muitas são as dúvidas que circundam esse tema onde uma delas é: "Se existe a reencarnação, como nós não nos lembramos do que fomos nas vidas anteriores a fim de não cometermos os mesmos erros na vida presente?". E a resposta desta pergunta é o desenvolvimento deste artigo. Preparado?

Para os que chegam agora, antes de tudo, sejam bem vindos! Eu escrevi um artigo que fala sobre a reencarnação - Reencarnação: uma questão de Justiça. Este artigo explica de forma simples, didática e com referências (inclusive bíblicas), alguns aspectos que provam a reencarnação. Sendo assim, aconselho que leia o artigo citado anteriormente para melhor compreender o que desenvolveremos aqui.

Todas as vezes que nos desfazemos do envoltório material voltamos à nossa vida real, a espiritual. Lá temos consciência de todo o nosso passado. Sabemos se a nossa última reencarnação avançou ou estacionou na escala da evolução. Sabemos das nossas últimas reencarnações e do proveito que tiramos delas. Assim, podemos refletir se estamos avançando ou estamos estacionados no caminho da evolução. Este caminho requer esforço, reforma íntima e muito amor.

Quando voltamos, temos que reparar as nossas faltas passadas, mas no nosso estado atual de evolução não nos é permitido saber a causa da nossa expiação, pelo menos não conscientemente. Para que saibamos o que corrigir, nós escolhemos, ainda na espiritualidade, as provas e expiações que iremos enfrentar durante encarnados para reparar as nossas faltas ou para provarmos a fim de evoluirmos. Essa escolha se dá de acordo com o grau de evolução de cada um de nós espíritos que somos. Se possuirmos o desejo de evoluir, procuraremos os meios adequados e suscetíveis para alcançarmos o nosso objetivo. Como estamos em um grau muito baixo da escala evolutiva, as lembranças se dão de acordo com as intuições que recebemos que podem ser tanto para o bem quanto para o mal. Podemos notar isso quando somos tendenciados a fazer algo errado e a nossa, o que chamamos de índole, fala mais alto, convencendo-nos a não seguir tal caminho. Acreditamos muitas vezes que tal comportamento veio de nossos pais, que de fato veio, porém fomos nós que escolhemos isso quando estávamos na espiritualidade. Isso mesmo! Nós escolhemos até os nossos pais que contribuiriam para a nossa evolução. Se para as inclinações más temos tendências que nos ajudam a evitá-las, por que não teríamos também para as influências do bem?

A lembrança de todo o nosso passado pode nos ferir se tivemos comportamentos muito ruins que nos colocaram numa condição pior na vida atual. O esquecimento vem como a bondade de Deus para nós. Da mesma forma se fomos alguém de muito boa condição e hoje temos condição muito ruim, isso poderia ou atiçar o nosso orgulho ou nos deixar depressivos... Muitas pessoas, infelizmente, ainda se prendem muito no passado. Saber o que se foi nas vidas pretéritas só é útil quando se tem um objetivo muito nobre, caso contrário, devemos trabalhar para não termos surpresas desagradáveis ao fim da vida.

Da mesma forma que pessoas infelizes prendem-se no passado, as mais digamos "abertas", visam o futuro e o constroem com base nas lições aprendidas anteriormente. Isso não é ainda o nosso estado atual, pelo menos não de boa parte das pessoas. Prendemos-nos até no passado da nossa vida atual, imagina de outras vidas, que caos não seria? Mas existem espíritos de esferas mais avançadas, onde a matéria é menos densa e a moral muito mais elevada, que Deus lhes concede o privilégio de ter uma visão mais ou menos clara da suas vidas pretéritas a fim de aperfeiçoarem os seus caminhos para alcançarem os seus objetivos. Galgarem o caminho da evolução de forma mais direta e com menos impasses. Mas isso é um presente àqueles que conseguem atravessar essa fase que nos encontramos com força, determinação e muito amor a Deus e ao próximo. A lembrança do passado para eles de nada tem de atormentador, visto que são muito mais à frente de nós. Lembram-se do passado como um sonho ruim que contribuiu muito para o seu avanço.

Temos que ressaltar um ponto importante. Tudo o que aprendemos, jamais é esquecido. Na pior das hipóteses fica em estado latente em nossa mente, mas nunca perderemos o conhecimento adquirido, por isso que nunca regredimos. Sendo assim, o esquecimento não é do conhecimento adquirido, mas dos fatos bons ou ruins que vivenciamos. O conhecimento está sempre em nós. Podemos ver isso através das diversas características que moldam um homem desde a sua meninice. Uns mais inclinados ao bem, outros ao mal, outros ainda com vocações especiais para a música, outros para matemática e assim por diante. É o chamado conhecimento inato. Para nós, não importa nem com quem, nem como aprendemos as coisas, o que importa é que aprendemos e, se for bom, devemos colocar em prática. Você se lembra com quem e quando aprendeu a somar, multiplicar, dividir e subtrair? Lembra-se como aprendeu a ler? O que importa na verdade é que você já sabe. Da mesma forma é com o conhecimento adquirido em vidas pretéritas.

Este assunto é bem vasto, muitas coisas podem ser encaixadas neste contexto para desenvolvermos temas imensos muito bons de conversar. Vou deixar para vocês, meus amigos, a oportunidade de refletirem sobre isso. Pensem, mas pensem refletindo. Desprendam-se de todos os seus preconceitos que lhes impedem de abrir-vos a cortina da consciência. Finalizo então este artigo com a indicação de um filme muito interessante. É uma prova, um fato comprovado da Reencarnação. É um filme que vocês entenderão melhor tudo o que falamos no artigo sobre a reencarnação e neste. O filme é: Minha Vida na Outra Vida (Yesterday Children).

Muita Paz!

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

A Reforma Íntima

No decorrer da nossa vida nos deparamos com situações difíceis que requerem soluções complexas. Muito desse conhecimento que precisamos para resolvê-las adquirimos nas nossas vidas passadas e, é claro, na nossa vida presente. Tudo que aprendemos tem um objetivo: aperfeiçoar-nos.

Com a perfeição as provas aumentam, o nosso fardo vai ficando mais pesado e o jugo de Deus para conosco, da mesma forma; quem é mais culpável, um doutor da lei que comete um crime contra a sociedade ou um indouto analfabeto que o comete da mesma forma?

Por isso, não adianta querer só adquirir conhecimentos da vida espiritual se não tiver o desejo de colocá-los em prática. Todo o conhecimento deve estar no nosso cotidiano a fim de podermos dar o exemplo para os que nos cercam, assim como fez o Cristo. Senão a nossa evolução intelectual não andará ombro-a-ombro com nossa moral e precisaremos retornar a este plano a fim de recuperar o tempo perdido.

Ter a vontade da Reforma Íntima requer muito mais esforço do que ler centenas de livros sobre um determinado assunto. De nada adianta aprender algo agora e ter que voltar no futuro para colocá-lo em prática.

Muita Paz!

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Professar e Praticar

Atualmente temos centenas de religiões ao redor do mundo. Crenças das mais variadas, cada uma adaptada a uma sociedade, com seus costumes, ritos e cultos. Praticamente todos têm uma religião e esta exerce um papel importantíssimo na vida das pessoas, isso ninguém pode negar.

Todas as crenças têm o mesmo objetivo: dar ao homem, ao final de sua vida, uma certeza de que ele não vai simplesmente deixar de existir. Todas falam de alguma forma de vida extra corpórea. Uns falam da consciência desdobrada pelo espaço outros falam da vida do espírito, ou seja lá que nome seja dado, mas que sobrevive após o padecimento das funções biológicas do corpo humano.

Toda religião que tem por objetivo assegurar a vida após a morte, fala de um fim bom ou ruim, de acordo com as suas atitudes durante a sua estadia neste plano. Nada de bom é entregue de “mão beijada”; se você parar para pensar, constatará que tudo de melhor que a vida nos reserva requer, nem que seja um pouquinho só, de sofrimento. Pois através do sofrimento aprendemos a dar valor e amadurecemos material e espiritualmente. Como diz uma frase que eu li cujo autor eu desconheço: "By suffering comes wisdom."

Só que existe um pequeno problema nisso tudo. As pessoas confundem o praticar com o professar! Confessar publicamente que religião segue não é o suficiente, seria fácil demais. O que Deus quer de nós é a prática dos ensinamentos, pouco importa se você se intitula budista, umbandista, espírita, católico, evangélico, taoísta ou qualquer outra coisa. Deus não dá valor nem atenção exclusiva ao grupo social que você pertence, Deus dá valor ao conteúdo das tuas obras, da sinceridade do teu coração. Da vontade que você tem de amar a Deus sobre todas as coisas e também o próximo como a ti mesmo.

A religião é importante para muitos, mas não é a única ferramenta que um ser humano deve ter em sua bagagem. A ferramenta principal, a única que garantirá a sua existência em um lugar de felicidade após a expiração de seus sentidos materiais, é o amor.

Que todos tenhamos consciência...